Beach Party - Festas da Praia

No próximo dia 04 de Agosto, Terça-feira, no areal da Praínha, vai decorrer uma Beach Party, pelas 01h00, com as seguintes actuações:

- Ynot Band;
- Maria Bettencourt;
- Goma;
- Michael;
- The Flat;
- Cysma;
- Flávio Cristóvam

Esta Beach Party faz parte das Festas da Praia da Vitória 2009.

Apareçam!

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iConferência

Os blogs ouvi dizer e inconcreto organizam no próximo dia 3 de Agosto, segunda-feira, pelas 21 horas, no recinto da Feira Gastronómica (Marina da Praia da Vitória), um evento denominado iConferência.

Sob o tema Imaginando o Concelho, a iConferência, pretende por a discussão temas como a economia, desenvolvimento sustentável, turismo e ensino.

Entre conferencistas e convidados, estarão presentes:

João Cunha . ouvi dizer

Tibério Dinis . inconcreto.

Roberto Monteiro . Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória

Sandro Paim . Presidente Câmara de Comércio Angra do Heroísmo

Rogério Sousa . Coordenador Centro Local Aprendizagem Universidade Aberta

Moderadora: Tatiana Ourique

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Explicação aos Bichos - a bala da borboleta

Várias foram as pessoas que, de uma forma ou de outra, comentaram a minha escolha para o título deste espaço: baladeborboleta.

Porquê bala?

Porquê borboleta?

Compreendo a antítese... mas não me faz sentido algum.

Enfim, vários tipos de comentários - uns mais simpáticos, outros mais jocosos. Mas todos, sem excepção, questionando não só a pertinência de uma escolha como esta mas também a sua lógica.

Já tinha dito, algures no início deste blogue, que o seu título «Bala com Asas de Borboleta», embora diferente de «baladeborboleta» - o primeiro era muito grande para um blogue, na minha opinião, tinha directamente que ver com a música «Bullet with Butterfly Wings» dos Smashing Pumpkins. É certo que mais não disse e que guardei a explicação para mais tarde.

Por isso, e uma vez que estou farto de publicar os Erros Infestos, e a política&sociedade destes últimos dias têm sido pobres na inspiração para posts, passo a explicar então o significado do título do meu blogue:

Quando tinha perto de 17 anos, em 1995, os Smashing Pumpkins lançaram o álbum Mellon Collie and the Infinite Sadness. Sempre fui fã de álbuns conceptuais, e este pareceu-me, na altura, mais uma obra que me faria deliciar do princípio ao fim. A verdade é que tal não aconteceu, e o álbum, para mim, não passou de um duplo com algumas músicas interessantes e letras (algumas) profundas. Mas o caso de Bullet W/ Butterfly Wings é algo de especial, no meu ponto de vista e de vida.

the world is a vampire, sent to drain
secret destroyers, hold you up to the flames
and what do I get for my pain?
betrayed desires, and a piece of the game

é isto: o que é que ganhamos em viver? desejos traídos (ie sonhos, anseios, como queiram) e um pouco da acção. Nada mais. O mundo é um vampiro desenhado para nos chupar a vida. Vivemos porque estamos a caminho da morte. Não morremos porque vivemos.

even though I know - I suppose I'll show
all my cool and cold-like old job...

o pré-coro que coloca a tónica no eu sei. Não vale a pena nada. Sabemos as regras do jogo, do trabalho, da vida, e por mais deprimente que sejam, mantemos a aparência e os empregos para colmatar as nossas deficiências. Mantemo-nos vivos... nevertheless...

despite all my rage Im still just a rat in a cage

et voilá! Aquilo que resume o sentimento de 1995/6 que me norteou. Após ter partido a coluna e ter ficado quase paralítico, regresso ao mundo. Era assim que me sentia, um regressado, antesquasemoribundo, agora vivo mas para quê? Apesar de toda a minha raiva, continuo um rato numa jaula.

Apesar de toda a minha raiva, continuo a ser apenas (e este apenas, just, matava-me) um rato numa jaula. nada mais, nada menos.

then someone will say what is lost can never be saved
despite all my rage Im still just a rat in a cage

mais uma... o que se perde não volta atrás. Não podemos salvar o que foi perdido para sempre. Aos olhos de um adolescente (como eu era na altura) esta era outra lição: só temos o que temos uma vez. Não há lugar para remendos...

now Im naked, nothing but an animal
but can you fake it, for just one more show?
and what do you want, I want to change
and what have you got when you feel the same

a nudez... o animalesco... aquilo que somos. Nada mais. E de novo uma pergunta: mas dá para fingir? és capaz de fingir, nem que seja só por mais um "show" (aqui, dia, semana, mês, ano?)... claro que dá... é o que todos nós fazemos... fingimos, fingimos que não somos cadáveres adiados... fingimos que a vida nos sorri, quando na verdade somos nós que sorrimos para ela e ela não passa de um espelho na parede que nos lembra que a vida está a passar e que não tarda nada morreremos e não há nada que se possa fazer acerca disto.

tell me Im the only one
tell me theres no other one
jesus was an only son
tell me Im the chosen one
jesus was an only son for you

e a súplica final do eu: por favor diz-me que sou especial. No meio de tanta porcaria, de tanta atrocidade, de tanta incompreensão, por favor... por favor diz-me que sou especial. Diz-me que sou único. Diz-me que sou o único...

E no final de contas, tal como um anterior blogue que tive (nihildom), não há nada de novo. Tudo se resume à certeza indiscutível de que somos todos (sem excepção) ratos nas nossas jaulas (individuais ou colectivas), apesar de toda a nossa raiva.

that's all folks.

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Erro Infesto 12 - 31 de Maio



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Erro Infesto 11 - 24 de Maio

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Erro Infesto 10 - 17 de Maio

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Erro Infesto 9 - 10 de Maio

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Erro Infesto 8 - 3 de Maio

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Erro Infesto 7 - 26 de Abril

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Erro Infesto 6 - 19 de Abril

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Erro Infesto 5 - 12 de Abril

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Erro Infesto 4 - 05 de Abril

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Debate na Universidade dos Açores - Da Abstenção ao Voto Obrigatório

No próximo dia 29 de Junho, pelas 9h30, no Anfiteatro B da Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, realizar-se-á uma sessão de debate subordinado ao tema: Votar - da abstenção ao voto obrigatório.

Esta é uma iniciativa do Movimento Pró-voto (www.movimento-pro-voto.blogspot.com), e contará com representantes dos partidos políticos com maior expressão, comentadores políticos, representantes da comunicação social e outras individualidades.


Descrição: Este movimento é apartidário e foi criado por um grupo de alunos da licenciatura em Estudos Europeus e Política Internacional, aquando das eleições europeias de 2009. Tendo em conta os números da abstenção no último acto eleitoral, parece-nos de enorme importância, enquanto jovens, cidadãos e estudantes da área, fomentar a discussão de forma a encontrar sentidos de resposta ou caminho para a resolução de um problema que afecta toda a sociedade.

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Erro Infesto 3 - 29 de Março

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Erro Infesto 2 - 22 de Março 2009

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O Voto da Abstenção

A elevadíssima taxa de abstenção para as eleições europeias e o breve «faiscar» vencedor do PSD (que muitos confundiram com a acendalha que faltava para fazer surgir uma Fénix Renascida) trouxe à discussão a falta de participação dos cidadãos e as polémicas declarações do Presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, acerca da obrigatoriedade do voto. Ainda mais recentemente, quando interveio no IX Congresso da JS/Açores, apelidando de «estúpida» toda a situação da abstenção, surgiram umas vozes na Assembleia Legislativa Regional contra a hegemonia do Partido Socialista nos Açores, culpabilizando não só o partido como todos os governantes para o actual estado das coisas.

Pese embora já se antecipasse a atitude demagógica e altamente empolgada da parte de um partido que vê nos resultados de uma eleição europeia o errado espelho futurista da sua vitória nas próximas eleições autárquicas e legislativas, a verdade é que algumas dessas declarações são preocupantes e roçam, no meu entender, a politiquice estúpida – por apropriação do adjectivo.

A falta de participação dos cidadãos em actos eleitorais é um problema que se verifica em muitos outros países no mundo. A recente afluência às urnas nos EUA provou isso mesmo: quando se sente que o voto é deveras importante, a afluência é grande; caso contrário, as pessoas ficam em casa. A culpa não é somente dos partidos nem dos agentes políticos (embora muitos tenham culpa no cartório); e também não será inteiramente dos cidadãos. A culpa acaba por ser do próprio sistema democrático que permite a desresponsabilização do cidadão desta forma.

A democracia pressupõe o voto como expressão da vontade do povo. Algures, no tempo pós-25-de-Abril, alguns iluminados terão achado que a obrigatoriedade do voto era um atentado à liberdade individual do homem. O homem não pode ser obrigado a votar! – (imagine-se o balão de pensamento num cartoon à la Alegre) – Obrigar a votar é voltar ao Fascismo! Assim chegámos ao actual estado de coisas.

Criou-se a sensação errada de que qualquer um de nós se pode dar ao luxo de não votar e (quase de propósito) confundiu-se não votar com o voto em branco. O não votar é o descartar-se da participação na vida cívica; é uma declaração de não concordância com o próprio sistema democrático, não com quem está a escrutínio; é ser-se estúpido por se deixar que outros decidam por nós; não votar não é o mesmo que votar em branco. Quando não se vota, não se participa, não se opina, não se tem (de novo, na minha opinião) voto na matéria.

E é aqui que, em círculos de amigos e colegas de trabalho e familiares, também eu já fui acusado de ser um pouco «fascista» por querer obrigar as pessoas a votar. Também eu já defendi qualquer coisa como o voto obrigatório. E atenção, não quero dizer que o voto tenha que ser obrigatório com medidas de penalização. Penso, no entanto, ser urgente redefinirmos a forma de participação dos cidadãos.

Por que não hei-de eu votar em casa, através de uma ligação à Internet? Ou através do leitor de cartão de cidadão, que é pessoal e intransmissível? Por que tenho eu de me deslocar fisicamente a um sítio para votar? O mundo está em constante mudança e a partilha de informação e a participação das pessoas passa impreterivelmente pela Internet e pelas Novas Tecnologias. É necessário encontrar-se alternativas à tradicional urna no local de voto tão urgente quanto é desmistificar esta confusão conceptual de não votar = não concordar com quem está/não está no poder. Se um cidadão não concorda com nenhuma das propostas a escrutínio, o que terá de fazer é votar em branco. Mostrar a sua discordância. O não votar é não concordar com a própria democracia.

Sinceramente, custa-me muito aceitar a argumentação de que um homem é livre para não votar. Se é livre para não votar, é também livre para pegar nas suas coisas e mudar-se para um país que não seja democrático, ou para as montanhas, tornar-se um eremita e viver para sempre no seu ideal de participação individualista.

É que os cidadãos são obrigados a apresentar IRS, IVA, dar os dados para viajar, apresentar provas de presença, de ausência, obrigados a pagar taxas com as quais podem até não concordar, entre muitas outras obrigatoriedades, contra as quais não vejo os defensores da individualidade insurgirem-se. No entanto, quando se trata da possível obrigatoriedade do voto, até as pedras da calçada se sentem oprimidas.

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Erro Infesto 1 - 15 de Março























Amigos e amigas


desde o dia 15 de Março de 2009, o programa de rádio ERRO DE SISTEMA que eu, o Paulo Noval e o Pedro Pereira, mantemos na RDP-Açores passou a uma espécie de diálogo escrito nas páginas da revista do Diário Insular.

Embora este novo ERRO INFESTO não pretenda - de forma alguma - ser uma mera transposição para o papel dos temas que debatemos na rádio (até porque são formas diferentes de transmitir uma mensagem), tenho a consciência que o conceito base é o mesmo: três amigos, com visões do mundo diferentes entre si, debatem num espaço comum um determinado assunto iniciado por um deles.

Assim, vou deixando aqui no meu blogue as nossas reflexões publicadas no DI de Domingo.


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Spot Televisivo Azure 2009

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Troca de Insultos entre Manuela Moura Guedes e Marinho Pinto


Nunca fui apreciador nem dos conteúdos televisivos da TVI nem do formato do Jornal Nacional, especialmente quando apresentado pela Manuela Moura Guedes. Não é, no meu entender, uma qualquer teimosia ou birra que me fique bem declarar publicamente, como oiço algumas pessoas dizerem acerca de alguns programas ou conteúdos. Não gosto porque nunca gostei e também não me tinha ainda dado ao trabalho de esmiuçar as razões lógico-argumentativas para que não gostasse. Agora, vendo não só o descalabro que foi a condução da entrevista por parte da apresentadora, como também a falta de nível e de profissionalismo a que o Bastonário da Ordem dos Advogados (também ele outrora jornalista, não sabia) chama a atenção, penso que não serão necessários comentários sobre o porquê da minha repulsa por esta criaturazinha-botox.

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Spot Televisivo do LABJOVEM 2009

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