Erro de Sistema

Car@s


a partir do dia 8 de Novembro de 2008, na RDP-Açores, existe um novo programa de rádio intitulado Erro de Sistema e que vai para o ar pelas 15h20m. 

Este programa é feito por mim, Rogério Sousa, pelo Pedro Pereira, psicólogo, e pelo Paulo Noval, professor do secundário.

A ideia do programa é a de ser um espaço informal de debate e conversa, intercalado com um apontamento musical à nossa escolha e completamente aleatório, que trará aos ouvintes conversas, ideias, desabafos e alguma brincadeira às tardes de Sábado na RDP.

Por isso, se gostam de ouvir rádio, e especialmente, se gostam de ouvir 3 macacos a não dizerem nada de interessante, ocupando assim o espaço da rádio, façam favor, sintonizem a RDP-Açores (99.7 FM) se estiverem na ilha Terceira, ou então vão a http://ww1.rtp.pt/radio/t e seleccionem RDP-Açores/Antena 1, opção «ouvir emissão»

Rogério

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iPHODA-SE

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A Academia de Juventude da Terceira - um espaço voltado para o futuro

Ao longo do ano de 2009 ficará concluída aquela que será a primeira Academia de Juventude dos Açores – a Academia de Juventude da ilha Terceira. Um projecto deveras estruturante para a juventude terceirense – realizado em parceria entre o Governo Regional e a Câmara Municipal da Praia da Vitória –, na medida em que congregará, num mesmo espaço, valências de apoio à criação juvenil, um posto de informação juvenil, um gabinete de apoio às toxicodependências, o Centro Local de Aprendizagem da Universidade Aberta entre outras infra-estruturas.

Esta academia será também equipada com duas oficinas de criação de artes plásticas (com fornos eléctricos para cozedura), uma zona de espectáculos com palco ajustável ao público, um estúdio de gravação de áudio e um estúdio de produção de vídeo, e ainda duas salas de ensaio à prova de som, que estarão disponíveis para as mais variadas colectividades de jovens, sejam elas musicais, teatrais, associativas, ou outras.


Para além da Academia de Juventude, o Governo Regional apoiou e desenvolveu o Labjovem, o primeiro concurso regional de jovens artistas, que se encontra presentemente na fase da mostra dos trabalhos seleccionados e que, pela mais de centena de projectos a concurso, atestou a pujança criativa dos jovens açorianos.


Uma terceira fase deste projecto de apoio à criação tem que ver com o desenvolvimento – com base nas infra-estruturas e os artistas emergentes do concurso regional de jovens artistas – de workshops criativas, formações, site specifics e outras acções formativas que pretenderão a congregação e a troca de experiências entre os jovens artistas açorianos, o continente português, a Europa e as comunidades.


Aliás, a promoção cultural tem sido uma grande aposta do Governo Regional dos Açores, que se materializa não só na recolha e no apoio concedido aos artistas da ilha, como também na construção da nova Biblioteca e Arquivo de Angra do Heroísmo, uma obra que se encontra neste momento em fase de selecção dos consórcios de construção e que brevemente fornecerá um serviço público de inestimável valor ao povo terceirense.


Sendo a juventude uma área transversal a toda a governação socialista ao longo destas legislaturas, é natural que o Governo Regional esteja preocupado com as suas mais diversas valências, nomeadamente a defesa e materialização dos conceitos da emancipação dos jovens e da participação na sociedade, o que no caso da emancipação dos jovens passa pela inclusão das matérias de promoção de hábitos de vida saudáveis e de prevenção primária proactivas, incentivo à livre iniciativa e ao empreendorismo dos jovens, bem como por um incremento de políticas de coesão social e territorial.


Deste modo, e não descurando outros objectivos globais descritos em outras áreas de actuação governativa, os objectivos definidos em matéria de juventude são desenvolvidos em torno dos seguintes conceitos chave: cidadania e participação; educação não formal; emancipação jovem; mobilidade; cooperação.


Assim, na área da juventude, o Governo prevê a implementação de programas de cidadania como o «Fórum Jovem – Escola de Cidadania”; a criação de um novo programa de incentivo ao voluntariado; a criação de um sistema de validação e reconhecimento de competências adquiridas por via de experiências de educação não formal e informal; a criação da rede de oficinas de criação com a designação “Criatividade + Juventude = Oficinas de Criação”.


Desta forma, como podemos constatar, o compromisso assumido pelo Governo Regional com a juventude e a cultura é um compromisso que foi, está a ser e será cumprido na próxima legislatura do Partido Socialista.


A Academia de Juventude é, como podemos constatar, apenas um exemplo da concretização efectiva deste compromisso.

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Estagiar L no Continente?

A Juventude Social Democrata está preocupada com a juventude açoriana. Tão preocupada com a situação, que propôs a aplicação dos critérios do Estagiar L semelhantes aos critérios do continente.

Impõe-se a pergunta: QUE ESTAGIAR L no continente?

Estes gajos andam a dormir. O Estagiar L é uma criação do Governo Regional, que viu neste programa uma forma de incentivar a empregabilidade dos jovens açorianos. É certo que algumas empresas servem-se deste programa para empregar (a custo quase 0) vários jovens ao longo de períodos de 6 meses. Isto tem que ver com uma base cultural deplorável e contra a qual nos devemos insurgir.

Agora, que JSD é esta? Apresenta propostas com base em programas que não existem? Não será melhor (tal como já tinha dito publicamente) os miúdos da JSD fazerem o trabalho de casa e depois virem falar para a televisão??


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MOSTRA LABJOVEM 2008

































No próximo dia 29 de Agosto, no Teatro Micaelense, pelas 17h30, será o lançamento oficial da Mostra Labjovem 2008, que levará às ilhas da Terceira, São Miguel, Pico e Flores alguns dos projectos seleccionados no Concurso Labjovem 2007.

Para mais informações: www.labjovem.pt

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O Comunicado do nosso Presidente

No dia 31 de Julho de 2008, pelas 19h00, hora dos Açores, o Presidente da República Portuguesa fez uma comunicação ao país importante. Tão importante que foi necessário interromper as suas preciosas férias para a fazer.

E de que tratava a comunicação? Um estado de emergência? Uma declaração de estado de sítio? Todo o país ficou em expectativa acerca do conteúdo da comunicação, uma vez que tal não é usual senão com razões de grande importância e relevância para o país.

Ficámos descansados por saber que não se tratava da declaração de estado de sítio nem nada do género. Afinal, tratava-se apenas de uma declaração de intenções ao país, na qual o PR revelou mais uma vez ser uma pessoa de visão curta e estigmatizada no que concerne às autonomias regionais e ao papel que o próprio desempenha nos destinos das mesmas.

É que, ao invés de explicar as razões que levaram o Tribunal Constitucional a declarar inconstitucionais 8 das 13 normas do estatuto político-administrativo dos Açores que suscitaram dúvidas, embora não fosse tal da sua incumbência, o PR veio apenas falar de outras normas do estatuto com as quais não concorda.

O grande problema da sua comunicação não é o de vir a público revelar as suas reservas quanto às normas do estatuto. A questão é que se trata de um estatuto que foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa Regional e na Assembleia da República e apenas reprovada pelo Tribunal Constitucional nas tais 8 normas.

Assim, que o PR tenha reservas, tudo bem. Não haverá mal ao mundo. Mas interromper as suas férias e fazer uma comunicação oficial ao país para explicar que, não se tratando das questões levantadas pelo Tribunal Constitucional, existem ainda outras questões políticas com as quais não concorda, isso é que é de estranhar.

Então o PR não tem mais que fazer que vir a público declarar-se contra a posição do Governo Regional em querer ser ouvido - na figura do seu Presidente da Assembleia Legislativa - nos casos da dissolução da dita assembleia?

Não há mais que fazer que tentar (numa linguagem polida e altamente complexa) dar a conhecer a sua visão da autonomia regional dos Açores? Usando para isso a declaração ao país? Fazendo com que 10 milhões de pessoas o ouvissem para apenas 1% perceber de que se trata?

E a imagem (se calhar propositada) que passa para a opinião pública é a de que os Açores querem mais autonomia (como se fosse algo mau) e que tal não está de acordo com a opinião do Presidente.

Quando a totalidade dos deputados da Assembleia Legislativa dos Açores e da Assembleia da República não viram qualquer problema nas questões que o PR levantou, fica a dúvida. Será que todos os deputados são cegos-surdos-mudos e andaram com um estatuto nas mãos que não leram?

Ou será mesmo uma questão de opinião pessoal do PR, fazendo-se valer dos seus poderes para limitar a voz da autonomia regional dos Açores no cômputo geral do país?

A ver vamos.

http://www.presidencia.pt/?idc=22&idi=18958

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